À conversa com Carlota Simões – Matemática e Música

Setembro 28, 2010

Uma conversa muito interessante.

Saliento o esforço que é necessário para aprender Matemática, assim como para aprender Música: “Quer para Matemática quer para Música é preciso um treino isolado. A pessoa tem que estar sozinha e treinar. (…) Um dos problemas da Matemática é que eu tenho que estudar sozinho. Tenho que entender sozinho. Enquanto não entender sozinho não chego a perceber.”

Podes assistir a esta conversa aqui.


Números primos

Agosto 28, 2008

Que vergonha…

No novo concurso “Jogo Duplo”, apresentado por José Carlos Malato, na RTP1, apareceu a seguinte pergunta:

“Qual dos seguintes números não é primo: 2, 4 ou 5?”

Dos cinco concorrentes apenas um acertou!!!


Caderno Especial “Matemática” no Jornal Público – 24 de Junho de 2008

Junho 24, 2008

No jornal Público de hoje foram publicadas algumas reflexões e experiências em torno da Matemática e do ensino da Matemática.

Saliento um comentário de Olga Pombo, coordenadora do Centro de Filosofia das Ciências da UL, “A Matemática é um elemento básico para o conhecimento do mundo e para a compreensão do que é a inteligência humana. Não perceber nada de Matemática é não perceber do que o homem é capaz. É como não conhecer nada de música. Ou não perceber o que é um poema. É não ter acesso àquilo que há de mais importante na cultura.”

Já Leibniz dizia “A Matemática é a honra do espírito humano.”.

A Matemática merece! 😉


José Sebastião e Silva sobre o Ensino da Matemática

Junho 11, 2008

 “A meu ver são principalmente o sentido crítico e a autonomia mental as qualidades que um professor de matemática se deve esforçar por desenvolver nos seus alunos.”

Para saberes mais sobre José Sebastião e Silva visita esta página.

Jaime Carvalho e Silva, professor na Universidade de Coimbra, escreveu o artigo “O pensamento pedagógico de José Sebastião e Silva“, publicado em 1995 no Boletim da Sociedade Portuguesa de Matemática.

Vale a pena pensar nisto. 😉


“Iliteracia Matemática”

Março 31, 2008

Não resisto a transcrever esta reflexão/crítica do Prof. Carlos Fiolhais, publicada no blog De Rerum Natura.

O ministro das Finanças declarou, muito irritado, invectivando quem não louvou o recente anúncio de descida da taxa máxima do IVA de 21% para 20% (com efeitos a partir de 1 de Julho): “Quando o IVA foi aumentado foi então dito que isso teria grandes efeitos na economia. Agora que se reduz, porque é que não vai haver grandes efeitos na economia? Não há coerência nem honestidade nessas afirmações“.Parece que há lógica neste argumento. Mas não há. É que o IVA foi aumentado de 19% para 21%, de dois pontos percentuais, e agora será reduzido de um só ponto. É uma verdade matemática que 2% é o dobro de 1%! Além disso, todos os preços dos produtos implicados aumentaram de 2% e agora não é líquido que esses preços desçam de 1%. Muitos exemplos mostram que, em casos como este, os preços se mantêm. Será fácil verificar se esta verdade económica se aplicará mais uma vez…

Por último: porque é que alguns dos nossos governantes falam tão zangados?

Vale a pena pensar nisto 😉